Jovens vivenciam imersão em ciência e tecnologia na 2ª Copa Sesi de Foguetes
A 2ª Copa Sesi de Foguetes é uma oportunidade de promoção do conhecimento científico entre jovens, nas áreas de física, química, matemática, engenharia e astronáutica.
Por: Marcus Rodrigues - FIBRA12/08/2026 - 18:03
Mais que uma competição, a 2ª Copa Sesi de Foguetes é uma oportunidade de promoção do conhecimento científico entre jovens, especialmente nas áreas de física, química, matemática, engenharia e astronáutica. Promovido pelo Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF), com o apoio do Conselho Nacional do Sesi, o evento também é um espaço de aprendizagem para estudantes de escolas públicas convidados.
Estão inscritas na competição 22 equipes, formadas por estudantes do Ensino Médio de escolas privadas e públicas. Todas tiveram de desenvolver projetos científicos e foram desafiadas a construir foguetes com garrafa PET, que terão de lançar na maior distância horizontal possível, com propulsão baseada na reação entre vinagre (4% de ácido acético) e bicarbonato de sódio. Os lançamentos serão nesta quinta, dia 13, no Clube da Base Aérea de Brasília. Os critérios da competição são os mesmos adotados pela Olimpíada Brasileira de Foguetes.
A programação teve início nesta quarta-feira, 12 de agosto, no Sesi Taguatinga, onde estudantes visitantes colocaram a mão na massa durante a oficina Foguetes Broche de Luz. Realizada pela equipe do Sesi Lab, a atividade convidou os participantes a criar broches luminosos, no formato de itens do universo espacial, enquanto aprenderam sobre eletricidade de forma lúdica. Foi uma experiência prática sobre circuitos elétricos simples, usando LED e bateria.
Um dos participantes da oficina foi Adson Viana, de 16 anos, aluno do Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte. “Achei interessante a proposta de nos ensinar não só na teoria e permitir que coloquemos em prática o que aprendemos”, diz.
A vivência e o contato com novas tecnologias impressionaram estudantes que estão descobrindo a astronáutica agora. Para Rafael Amaral, de 17 anos, aluno do Centro Educacional 4 de Taguatinga e membro da equipe Vira-Latas, a participação na Copa Sesi de Foguetes abre perspectivas. “É uma experiência única. Vimos muitos foguetes e bases diferentes da nossa. Sempre gostei de eletrônica, mas com foguetes é a primeira vez que estou me envolvendo e estou gostando muito”, conta.
Abertura
A cerimônia de abertura da 2ª Copa Sesi de Foguetes ocorreu na manhã desta quarta. Compareceram ao evento o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP); o presidente da Agência Espacial Brasileira, Marco Antonio Chamon; o superintendente executivo do Conselho Nacional do Sesi, Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça; e o superintendente regional do Sesi-DF, Marco Secco.
Secco explica que o evento reflete a essência do modelo de ensino da educação básica oferecido pela instituição. “O nosso modelo educacional no Sesi está centrado na metodologia STEAM [acrônimo em inglês com as iniciais de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática]. Temos uma pegada muito forte voltada para o protagonismo do aluno. Aceitar um desafio como a Copa de Foguetes parece algo simples à primeira vista, mas exige muita dedicação.”
Ao incentivar os competidores, o superintendente do Conselho Nacional do Sesi, Sérgio Mendonça, destacou o potencial de impacto da experiência na trajetória dos estudantes. “Para o Conselho, é uma satisfação enorme apoiar a 2ª Copa de Foguetes aqui no DF. Espero que vocês tenham muito sucesso. Vocês vão desenvolver habilidades essenciais na área de tecnologia e STEAM, mas o principal é a formação sólida que a escola oferece, tanto nas linguagens e ciências humanas quanto no conhecimento científico trabalhado em eventos como este. Todos os alunos que estão aqui já são vitoriosos, independentemente de quem conquiste o primeiro lugar”, afirmou.

Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
Após a abertura, os estudantes assistiram a uma palestra sobre astronomia, ministrada pela professora da Secretaria de Educação do DF Lorena Carmo. No encontro, a educadora falou sobre os elementos do espaço e explicou, por exemplo, como nasce uma estrela.
No período da tarde, os competidores apresentaram aos juízes os foguetes, as bases e os projetos de inovação. Além de passarem pela banca examinadora, participaram de oficinas temáticas de aerodinâmica e de modelagem 3D, ministradas por professores da Rede Sesi-DF de Educação e por instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF).
Lançamentos
Os jovens lançarão os foguetes construídos por eles nesta quinta-feira, 13 de agosto, no Clube da Base Aérea de Brasília. As equipes, formadas por até quatro integrantes, incluindo um professor-orientador, disputarão seis categorias: melhor desempenho geral, maior distância de lançamento, base mais segura, melhor design de foguete, melhor apresentação e melhor projeto científico — que reconhecerá a equipe que desenvolver o projeto de divulgação científica mais relevante no que diz respeito à promoção da ciência no ambiente escolar ou em sua comunidade.
Haverá ainda premiação extra de reconhecimento dos juízes à equipe que demonstrar espírito competitivo saudável. A comissão técnica é formada por professores, especialistas e profissionais de instituições de nível médio, técnico e superior do DF. O resultado será anunciado no dia 14.
Estão inscritas na competição 22 equipes, formadas por estudantes do Ensino Médio de escolas privadas e públicas. Todas tiveram de desenvolver projetos científicos e foram desafiadas a construir foguetes com garrafa PET, que terão de lançar na maior distância horizontal possível, com propulsão baseada na reação entre vinagre (4% de ácido acético) e bicarbonato de sódio. Os lançamentos serão nesta quinta, dia 13, no Clube da Base Aérea de Brasília. Os critérios da competição são os mesmos adotados pela Olimpíada Brasileira de Foguetes.
A programação teve início nesta quarta-feira, 12 de agosto, no Sesi Taguatinga, onde estudantes visitantes colocaram a mão na massa durante a oficina Foguetes Broche de Luz. Realizada pela equipe do Sesi Lab, a atividade convidou os participantes a criar broches luminosos, no formato de itens do universo espacial, enquanto aprenderam sobre eletricidade de forma lúdica. Foi uma experiência prática sobre circuitos elétricos simples, usando LED e bateria.
Um dos participantes da oficina foi Adson Viana, de 16 anos, aluno do Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte. “Achei interessante a proposta de nos ensinar não só na teoria e permitir que coloquemos em prática o que aprendemos”, diz.
A vivência e o contato com novas tecnologias impressionaram estudantes que estão descobrindo a astronáutica agora. Para Rafael Amaral, de 17 anos, aluno do Centro Educacional 4 de Taguatinga e membro da equipe Vira-Latas, a participação na Copa Sesi de Foguetes abre perspectivas. “É uma experiência única. Vimos muitos foguetes e bases diferentes da nossa. Sempre gostei de eletrônica, mas com foguetes é a primeira vez que estou me envolvendo e estou gostando muito”, conta.
Abertura
A cerimônia de abertura da 2ª Copa Sesi de Foguetes ocorreu na manhã desta quarta. Compareceram ao evento o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP); o presidente da Agência Espacial Brasileira, Marco Antonio Chamon; o superintendente executivo do Conselho Nacional do Sesi, Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça; e o superintendente regional do Sesi-DF, Marco Secco.
Secco explica que o evento reflete a essência do modelo de ensino da educação básica oferecido pela instituição. “O nosso modelo educacional no Sesi está centrado na metodologia STEAM [acrônimo em inglês com as iniciais de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática]. Temos uma pegada muito forte voltada para o protagonismo do aluno. Aceitar um desafio como a Copa de Foguetes parece algo simples à primeira vista, mas exige muita dedicação.”
Ao incentivar os competidores, o superintendente do Conselho Nacional do Sesi, Sérgio Mendonça, destacou o potencial de impacto da experiência na trajetória dos estudantes. “Para o Conselho, é uma satisfação enorme apoiar a 2ª Copa de Foguetes aqui no DF. Espero que vocês tenham muito sucesso. Vocês vão desenvolver habilidades essenciais na área de tecnologia e STEAM, mas o principal é a formação sólida que a escola oferece, tanto nas linguagens e ciências humanas quanto no conhecimento científico trabalhado em eventos como este. Todos os alunos que estão aqui já são vitoriosos, independentemente de quem conquiste o primeiro lugar”, afirmou.

Foto: Victor Hugo Pessoa/Sistema Fibra
Após a abertura, os estudantes assistiram a uma palestra sobre astronomia, ministrada pela professora da Secretaria de Educação do DF Lorena Carmo. No encontro, a educadora falou sobre os elementos do espaço e explicou, por exemplo, como nasce uma estrela.
No período da tarde, os competidores apresentaram aos juízes os foguetes, as bases e os projetos de inovação. Além de passarem pela banca examinadora, participaram de oficinas temáticas de aerodinâmica e de modelagem 3D, ministradas por professores da Rede Sesi-DF de Educação e por instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF).
Lançamentos
Os jovens lançarão os foguetes construídos por eles nesta quinta-feira, 13 de agosto, no Clube da Base Aérea de Brasília. As equipes, formadas por até quatro integrantes, incluindo um professor-orientador, disputarão seis categorias: melhor desempenho geral, maior distância de lançamento, base mais segura, melhor design de foguete, melhor apresentação e melhor projeto científico — que reconhecerá a equipe que desenvolver o projeto de divulgação científica mais relevante no que diz respeito à promoção da ciência no ambiente escolar ou em sua comunidade.
Haverá ainda premiação extra de reconhecimento dos juízes à equipe que demonstrar espírito competitivo saudável. A comissão técnica é formada por professores, especialistas e profissionais de instituições de nível médio, técnico e superior do DF. O resultado será anunciado no dia 14.